Sustentando na memória os bons momentos que já se foram, viram, mais uma vez, peças do infinito quebra-cabeça do passado. Mas depois de tudo fica aquele vazio, a porta ainda continua aberta, mas não entra mais nenhum calor, apenas dá espaço para o frio entrar. Arrepiante, congelante, ele entra sem pedir licença. Com ele meu coração enrijece e se racha. Desculpe se o frio que exala de dentro de mim se expande até ti. Esfrio tua pele e racho teus lábios, essas se transformaram nas únicas formas de poder senti-la e beijá-la.
domingo, 18 de julho de 2010
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