As inúmeras mágoas agora correm por esse rio sem vida. Águas que banham uma longa costa acumulam raiva e desprezo em suas praias. Seus dias de pureza passaram, não resta mais nada. O melhor a se fazer é esperar que ele seque e revele o seu fundo para mostrar os tesouros escondidos do passado submersos agora pelas águas amargas.
domingo, 1 de janeiro de 2012
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