Quando os fantasmas do passado voltam, as dores, como flores negras, desabrocham na carne. Alimentam-se do medo e do arrependimento, tornam-se fortes e perturbadores. Fugir só os fortalece. Não há como voltar no tempo e para sepultá-los precisamos enterrá-los vivendo o presente.
sábado, 30 de julho de 2011
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