Longa estrada essa que sigo, muito movimentada, sem leis, sem nada. Sigo nela veloz, a vida não me deixa mais seguir devagar, quero a velociadade. quero a liberdade. Muitas pedras encontro, quase estragam meu carro, quase me matam, mas passo por elas. Há momentos em que me perco, entro naquela velha armadilha e percorro milhas e milhas, mas sempre chego no mesmo lugar. Já me acustumei com as peças que a vida me prega e continuo sempre guiando, pois não me importo onde vou chegar.
domingo, 17 de outubro de 2010
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